sábado, 28 de novembro de 2009
Solidariedade.
É na hora da dor onde podemos reconhecer os amigos de verdade. Porém, ser solidário não é mesmo para qualquer pessoa. Há quem não saiba ser de forma alguma. Mas, ainda bem que eu aprendi com a tia Lica que ser solidário é sempre fundamental. Pois é assim que eu quero continuar sendo com todos os meus amigos.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
...
Estou longe de ser uma especialista em delicadezas. E não quero passar uma impressão errada para ninguém. Sou mesmo uma moça incrivelmente azeda quando se apresentam diante de mim episódios com grau máximo de ousadia. Então, eu aviso. Não me leve ao fogo. E se me levar, jogue-me em uma panela com água fervendo, vermute e legumes. E espere o surto.
...
Para minha sorte, eu escrevo para agradar a minha alma. Minha obrigação, desta feita, é só para comigo.
Fica a dica. E o respeito.
Mulher de Aço e de Flores.
Eu acho que você já aprendeu que o amor não carece de presença para existir.
Já entendeu que parte da tua história foi roubada de ti. E escrita da maneira como deu para escrever. Não da maneira como tu desejavas.
O teu amor já ultrapassou os limites das palavras.
O limite dos gestos.
O limite do amor-próprio.
E mesmo assim ...
Você sempre recomeça.
Sempre perdoa.
Sempre acredita.
É que o tempo te fez mulher de aço.
Mulher de aço com flores nas mãos.
***
Mas, eu ...
Eu entendo que você precisa tentar mais uma vez.
Desta vez, por você. Desta vez, de maneira diferente.
Entendo que você precisa amar por completo.
E ser amada completamente.
Porque há um coração lindo em ti ...
Que combina perfeitamente com a leveza da tua alma.
Que não merece dor.
Não merece dúvida.
Não merece mais esperar.
Enquanto isto, tem-se passado a vida.
E a vida não pode se deixar passar.
***
Com olhos de carinho para a tua história,
Manu
Já entendeu que parte da tua história foi roubada de ti. E escrita da maneira como deu para escrever. Não da maneira como tu desejavas.
O teu amor já ultrapassou os limites das palavras.
O limite dos gestos.
O limite do amor-próprio.
E mesmo assim ...
Você sempre recomeça.
Sempre perdoa.
Sempre acredita.
É que o tempo te fez mulher de aço.
Mulher de aço com flores nas mãos.
***
Mas, eu ...
Eu entendo que você precisa tentar mais uma vez.
Desta vez, por você. Desta vez, de maneira diferente.
Entendo que você precisa amar por completo.
E ser amada completamente.
Porque há um coração lindo em ti ...
Que combina perfeitamente com a leveza da tua alma.
Que não merece dor.
Não merece dúvida.
Não merece mais esperar.
Enquanto isto, tem-se passado a vida.
E a vida não pode se deixar passar.
***
Com olhos de carinho para a tua história,
Manu
Extinção de alguns animais.
Eu desejo a extinção das macacas ... das galinhas ... das antas ... das vacas.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Convescote.
Enquanto eu lia Julie & Julia, passava pela minha cabeça fazer um convescote ... o que levou meu pensamento de volta à época em que eu cursava Letras-inglês.
Entre panelas e formas de bolo.
Parece que eu ainda não entendi que, mesmo tentando me esconder dentro das panelas e das formas de bolo no supermercardo, eu não me escondo de mim mesma. Ceder ao sentimento de covardia só me faz ter vontade de me por diante de um espelho e me chamar assim: - Ridícula!!! Você consegue ser ridícula.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Eu penso desta forma.
... que para ter blog não é preciso ter pensamento coerente, mas é preciso ter escrita coerente.
E eu nem peço perdão por pensar assim.
E eu nem peço perdão por pensar assim.
Disponibilidade para amar.
Eu entendo que para amar deve haver mais que interesse. Mais que cooperação. Mais que sentimento. Deve haver, sobretudo, disponibilidade.
Todas as cartas de amor são ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
Álvaro de Campos
Como as outras,
Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)
Álvaro de Campos
...
As respostas chegam por quem você menos espera que tenha condição de te responder. E chegam bem certinhas.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
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